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Publicado em 07/04/2010 ås 12:49:

O futuro chegou

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Nos últimos sete anos o Brasil vem passando por transformações econômicas, sociais e políticas inéditas no país. Temos equilíbrio macro-econômico, a redução da vulnerabilidade externa e o crescimento se dão com distribuição de renda. Estamos, portanto, nos distanciando dos tempos obscuros das teses neoliberais que causaram o sucateamento da infra-estrutura energética e de transportes, debilitaram o Estado e as empresas estatais.

Com o governo Lula, ações de recuperação da infra-estrutura, políticas de expansão do emprego formal, transferência de renda, aumentos reais do salário mínimo, controle da inflação, queda da taxa de juros, ampliação do crédito, apoio à agricultura familiar, entre outros, alteraram o quadro sócio-econômico nacional, permitindo que milhares de pessoas ascendessem às classes C e D.

O futuro chegou trazendo a “herança bendita” da gestão Lula. Está em vias de construção um país sem desigualdades regionais, raciais e sociais. Neste contexto, investimentos, crédito, ciência e inovação tecnológica deverão estar a serviço do desenvolvimento, agrícola, industrial e comercial do país, e de melhores condições de vida nas cidades brasileiras.

O desenvolvimento ambientalmente sustentável deve perpassar todas as políticas do Governo e estar presente nas opções energéticas, industriais, agrícolas, de transporte, habitação, educação, e científico-tecnológicas, ambas favorecendo um Brasil mais verde. As ações do governo federal na infra-estrutura urbana e na infra-estrutura social resultaram na proteção à crise mundial. O país enfrentou com segurança as possíveis conseqüências da crise, minimizando seus efeitos.

A expansão educacional em todos os níveis fortalece a democracia e as políticas de inclusão apontam para o declínio da desigualdade social. Este é o pilar fundamental da construção de uma sociedade em que todos possam usufruir os frutos do processo civilizatório. Urge preparar os milhões de cientistas e técnicos que o desenvolvimento do país exige.

Neste contexto, a gestão da presidenta Dilma não será apenas a continuidade do que já foi feito. Superações e avanços alavancarão o país, em especial no que tange às conquistas sociais, entre elas a universalização do ensino de qualidade.

A realização da Conferência da Educação com a participação de mais de três mil delegados e centenas de especialistas e observadores, de todo o país, abrangendo todas as modalidades de ensino, da creche à pós-graduação, evidencia seu caráter democrático. No evento, o presidente Lula defendeu investimentos para a educação e a valorização dos professores com a implementação do piso nacional salarial do magistério.

O presidente Lula conclui o seu segundo mandato multiplicando por três os recursos do Ministério da Educação. Isto permite enfrentar desafios como investimentos na creche, ensino fundamental, médio, superior e técnico tecnológico. E priorizar a valorização dos profissionais em educação. Está sendo gestada uma mesa de discussão com governadores, centrais sindicais e prefeitos para acelerar a implantação do piso nacional do magistério.

O futuro chegou, trazendo as novas tecnologias virtuais, socialização dos bens culturais e estímulo ao pluralismo de idéias. Este país que se recria e se renova ao adotar a inclusão social, como caminho para a igualdade, que vê na educação a via para a cidadania e para a emancipação de seu povo, que aprende a respeitar a diversidade, nos enche de boas expectativas. Sabemos todos que a educação é o passaporte para esta nação, chamada Brasil.

Fátima Bezerra

As prioridades para o Brasil continuar mudando

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